Nunca gostei de sertanejo. Na verdade, pouca coisa mudou, mas... Não é que eu gostei da Paula Fernandes?... Gosto de "Pra você" e de "Pássaro de fogo". Acho que o que ela faz não é exatamente sertanejo. Se for, então eu realmente comi macarrão vencido...
Um beijo, Paula.
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
A MÁQUINA DO TEMPO
Acabo de terminar a leitura d'A máquina do tempo, e o livro, para meu espanto, não chega nem perto da sua última versão cinematográfica. O filme é bem, mas beemm melhor que o livro. Que coisa...
THOR
Falei aqui há uns meses sobre a infantilidade do cinema comercial contemporâneo. Devo ter comido algum molho de tomate estragado, cogumelos venenosos, sopa de macarrão vencido, sei lá o quê, porque estou num processo de mudança de concepção. Ok, o filme sobre o Wolverine continua infantilóide, a meu ver, mas de Thor eu gostei bastante (o que não me impede de reconhecer que o filme tem falhas, por exemplo a mudança muito rápida de comportamento por parte do herói, e alguns clichês...). Penso que os filmes de heróis, ou super-heróis, dependendo de como trabalhados, podem ser de boa qualidade, e na verdade é forçoso reconhecer que narrativas de grandes feitos heroicos, com exageros às vezes gritantes, constituem um gênero milenar, estão encravadas na medula humana.
Enfim, acho que vou ver Thor de novo...
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
MASSAGISTA PROFISSIONAL
Massagista de ego profissional oferece seus serviços: elogios bem encaixados, vc nem vai perceber que está pagando por eles! Preços de acordo com o rubor (leitura eletrônica, máquina filosófica, pagamento via débito em conta, sem identificador)! Se vc persistir com os planos de suicídio devolvemos o seu dinheiro (somente após confirmação do óbito).
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Confissão da maior ignorância
Recentemente, pus aqui um post falando da "nova geração musical". Hoje, assistindo ao Metrópolis, na TV Cultura, vi se apresentar o rapper Criolo (ou Crioulo, não sei...), e ao gostar do som dele, percebi minha gigantesca ignorância acerca da cena musical brasileira contemporânea. No tal post, eu só citei gente que já faz sucesso. Imagine quanta gente boa eu não pude citar, por não conhecer!...
Isso posto - e o Metrópolis, hein... Programão.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
POEMA 0911
o poeta, diante da tela
do computador,
quer encontrar aquele verso
simples,
acolhedor como o sorriso
da gente do interior,
da gente simples do interior.
sorriso quente,
às vezes bem branco,
às vezes sem dentes,
mas quente...
seja como for.
o poeta, diante da tela,
quer o verso
que o leitor entende
à primeira lida,
verso que não suscita
nenhuma dúvida,
que não dá margem à dúvida,
que não duvida.
o poeta quer o verso
com mensagem positiva.
o poeta quer ser gente
(ele é meio doido,
mas é muito inteligente!).
o poeta quer ser reconhecido,
o poeta quer até, um dia,
vender livro!
o poeta quer dar autógrafo!
o poeta,
quer - pasmem!- ganhar
dinheiro!
dinheiro!
acontece que já passa da meia-noite,
e o poeta cansou.
o poeta vai dormir.
o poeta está de saco cheio.
do computador,
quer encontrar aquele verso
simples,
acolhedor como o sorriso
da gente do interior,
da gente simples do interior.
sorriso quente,
às vezes bem branco,
às vezes sem dentes,
mas quente...
seja como for.
o poeta, diante da tela,
quer o verso
que o leitor entende
à primeira lida,
verso que não suscita
nenhuma dúvida,
que não dá margem à dúvida,
que não duvida.
o poeta quer o verso
com mensagem positiva.
o poeta quer ser gente
(ele é meio doido,
mas é muito inteligente!).
o poeta quer ser reconhecido,
o poeta quer até, um dia,
vender livro!
o poeta quer dar autógrafo!
o poeta,
quer - pasmem!- ganhar
dinheiro!
dinheiro!
acontece que já passa da meia-noite,
e o poeta cansou.
o poeta vai dormir.
o poeta está de saco cheio.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
USP, aí vou eu!
Estou prestando o FUVEST 2012, de novo para Letras (agora, obviamente, numa habilitação diferente...). Além disso, estou participando do processo seletivo para o Mestrado, também na USP, início em 2012. Correndo atrás, abrindo frentes, e por aí vai... Sabe deus onde estarei daqui a cinco ou seis anos...
terça-feira, 6 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Os paraísos artificiais, de Baudelaire
Sempre achei que Baudelaire era um usuário fervoroso de drogas de todo tipo, mas lendo o seu livro fica claro que ele apenas experimentou, viu como era, escreveu a respeito, mas não chegou a aderir, a fazer disso uma prática de vida. Para ele, o homem deve encontrar em si mesmo o que o haxixe, o ópio ou o vinho proporcionam. Sábia opinião.
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